Ser professor, é ser gente.
Gente que sente a mudança acontecer;
Gente que ama a formação e a transformação do ser humano;
Gente que atua nos bastidores para eles (os alunos) sejam construtores de seu conhecimento;
Gente que aplaude e não se preocupa a falta de aplausos para si;
Gente que transcede as barreiras mais profundas da capacidade humana;
Gente que forma agentes participativos de uma sociedade em constante transformação;
Gente que estar sempre se atualizando, informando e incorporando as tecnologias em sua vida;
Gente que é professor...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
A INPORTÂNCIA DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO.
Ao abordar a discussão das Novas Tecnologias da Comunicação e Informação na Escola, nos deparamos com um vasto campo de discussões, nos adentrando profundamente em pesquisas, consultando literaturas de vários autores, bem como vivências e práticas pedagógicas do sistema educacional. Discutimos ainda até que ponto esses novos mecanismos tecnológicos interferem na nossa vida e até onde os incorporamos ao nosso cotidiano pessoal, profissional e social.
A evolução tecnológica, dia após dia, nos disponibiliza uma grande quantidade de recursos modernos para que possamos nos utilizar em prol da melhoria da educação, mas, e as nossas escolas, estão preparadas para tal inovação? Quantas já disponibilizam desses instrumentos, especialmente na rede pública? E os nossos professores, já acordaram para a necessidade de novas habilidades e formações para uma utilização adequada dessas novas tecnologias? Ou ainda continuam com o velho quadro negro e giz, fugindo aos avanços da tecnologia, falando alto e batendo na mesa, enquanto os alunos ficam enfileirados em suas carteiras, desfavorecidos dessas inovações do mundo moderno? Sabemos que o sistema educacional brasileiro ainda privilegia minorias, onde são oferecidos centros tecnológicos de excelência, com todos os instrumentos necessários ao bom desempenho do processo ensino-aprendizagem. Sabemos também que enquanto poucos desfrutam do privilégio e disponibilização dessas novas ferramentas, a grande maioria continua vislumbrando apenas para um futuro, que se espera próximo, mas que na realidade, tomam conhecimento apenas através da TV ou através dos artigos de jornal, ou mesmo em uma visita às escolas da rede privada.
Não importa, de imediato qual escola dispõe de mais ou menos recursos tecnológicos de comunicação e informação, importa que nos conscientizemos de que vencer a distância que existe entre o tradicional e o moderno é tarefa incondicional de todos nós, educadores, alunos, sociedade e sistema como um todo. No mundo competitivo em que vivemos não existe espaço para medo, resistência e para desqualificação.
O profissional contemporâneo, em qualquer área do conhecimento, precisa estar apto e qualificado para conviver e se sobressair diante das inovações do mundo moderno e tecnológico. A construção do conhecimento consiste na interação permanente com o novo. A utilização do computador como recurso pedagógico nas escolas é uma ação inovadora no processo de aprendizagem, pois alem de facilitador e contagiante, através da internet conecta e interage com outras pessoas e fontes de informações por todo o mundo, abrindo um horizonte infinito de possibilidades.
Para Carneiro, Se olharmos a nossa volta, boa parte daquilo que utilizamos em nossa vida diária, pessoal e profissional – utensílios, livros, giz e apagador, televisor, telefone, máquina fotográfica, vídeo-cassete, computador – são formas diferenciadas de ferramentas. (CARNEIRO, Vânia Lúcia Guintão. O MEC nos alerta que a tecnologia eletrônica, televisão, vídeo-cassete, máquina de calcular, gravadores e computador, podem ser utilizados para gerar situações de aprendizagem com maior qualidade, ou seja, para criar ambientes de aprendizagem em que a problematização, a atividade reflexiva, atitude crítica, capacidade decisória e a autonomia sejam privilegiadas. (MEC/SEF. 1998).
Ao abordar a discussão das Novas Tecnologias da Comunicação e Informação na Escola, nos deparamos com um vasto campo de discussões, nos adentrando profundamente em pesquisas, consultando literaturas de vários autores, bem como vivências e práticas pedagógicas do sistema educacional. Discutimos ainda até que ponto esses novos mecanismos tecnológicos interferem na nossa vida e até onde os incorporamos ao nosso cotidiano pessoal, profissional e social.
A evolução tecnológica, dia após dia, nos disponibiliza uma grande quantidade de recursos modernos para que possamos nos utilizar em prol da melhoria da educação, mas, e as nossas escolas, estão preparadas para tal inovação? Quantas já disponibilizam desses instrumentos, especialmente na rede pública? E os nossos professores, já acordaram para a necessidade de novas habilidades e formações para uma utilização adequada dessas novas tecnologias? Ou ainda continuam com o velho quadro negro e giz, fugindo aos avanços da tecnologia, falando alto e batendo na mesa, enquanto os alunos ficam enfileirados em suas carteiras, desfavorecidos dessas inovações do mundo moderno? Sabemos que o sistema educacional brasileiro ainda privilegia minorias, onde são oferecidos centros tecnológicos de excelência, com todos os instrumentos necessários ao bom desempenho do processo ensino-aprendizagem. Sabemos também que enquanto poucos desfrutam do privilégio e disponibilização dessas novas ferramentas, a grande maioria continua vislumbrando apenas para um futuro, que se espera próximo, mas que na realidade, tomam conhecimento apenas através da TV ou através dos artigos de jornal, ou mesmo em uma visita às escolas da rede privada.
Não importa, de imediato qual escola dispõe de mais ou menos recursos tecnológicos de comunicação e informação, importa que nos conscientizemos de que vencer a distância que existe entre o tradicional e o moderno é tarefa incondicional de todos nós, educadores, alunos, sociedade e sistema como um todo. No mundo competitivo em que vivemos não existe espaço para medo, resistência e para desqualificação.
O profissional contemporâneo, em qualquer área do conhecimento, precisa estar apto e qualificado para conviver e se sobressair diante das inovações do mundo moderno e tecnológico. A construção do conhecimento consiste na interação permanente com o novo. A utilização do computador como recurso pedagógico nas escolas é uma ação inovadora no processo de aprendizagem, pois alem de facilitador e contagiante, através da internet conecta e interage com outras pessoas e fontes de informações por todo o mundo, abrindo um horizonte infinito de possibilidades.
Para Carneiro, Se olharmos a nossa volta, boa parte daquilo que utilizamos em nossa vida diária, pessoal e profissional – utensílios, livros, giz e apagador, televisor, telefone, máquina fotográfica, vídeo-cassete, computador – são formas diferenciadas de ferramentas. (CARNEIRO, Vânia Lúcia Guintão. O MEC nos alerta que a tecnologia eletrônica, televisão, vídeo-cassete, máquina de calcular, gravadores e computador, podem ser utilizados para gerar situações de aprendizagem com maior qualidade, ou seja, para criar ambientes de aprendizagem em que a problematização, a atividade reflexiva, atitude crítica, capacidade decisória e a autonomia sejam privilegiadas. (MEC/SEF. 1998).
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Reflexões sobre a teoria e a prática na educação infantil

Reflexões sobre a teoria e a prática na educação infantil
Nossa reflexão tem a pretensão de apresentar a importância da teoria e da prática do professor com relação à educação infantil e tendo como base as Propostas do Referencial Curricular Nacional, que garante o desenvolvimento integral da criança de 0 a 5 anos, no aspecto físico, psicológico, intelectual e social.
Dentro da minha vivência, tenho observado o que acontece nas instituições em que o processo educacional ainda restringe-se ou tem fortes laços com o ensino tradicional, que não promove ações para incentivar a criança em sua criatividade, um dos itens mais importantes nessa faixa etária.
É preciso salientar que as emoções e o afeto no processo de aprendizagem nos primeiros anos, bem como as relações interpessoais que ocorrem no ambiente escolar, também devem ter destaque, já que, nessa área, a educação, deve-se ter o cuidado de levar o educando a criar sentidos e valores que fundamentam sua ação no seu ambiente cultural, de modo que haja coerência e harmonia entre o sentir, o pensar e o fazer.
O referencial teórico deve ser amplo tendo como espinha dorsal, O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil volume 1, 2 e 3 dando ênfase ao volume 1.
A faixa etária de criança de 4 a 5 anos é uma fase fundamental no desenvolvimento emocional e cognitivo da criança e, consequentemente, na vida do indivíduo de uma forma geral, que, não obstante, é frequentemente encarada como um período apenas preparatório para a escola “de verdade” ou para o que de realmente importante está por vir.
Desta forma, é muito comum a desvalorização do profissional que trabalha com as crianças desta faixa etária, generalizando-se a idéia de que se trata mais de uma relação afetiva entre a “tia” e a criança, do que uma relação profissional.
A verdade é que, enquanto os profissionais que trabalham com crianças nesta faixa de 4 a 5 anos, não acreditarem profundamente na importância do seu trabalho, e no hoje dessas crianças; na desvalorização generalizada e a mistura de papéis continuarão a existir.
Diferentes variáveis influenciam o educador no desenvolvimento de sua prática pedagógica e podem ser produto de uma história, de expectativa, do querer e, sobretudo, da inteligência.
Para que o processo de aprendizagem seja satisfatório, bem desenvolvido, há que existir a predisposição do sujeito/indivíduo para tal, bem como predisposição dos responsáveis por esse processo, o professor.
Nossa reflexão tem a pretensão de apresentar a importância da teoria e da prática do professor com relação à educação infantil e tendo como base as Propostas do Referencial Curricular Nacional, que garante o desenvolvimento integral da criança de 0 a 5 anos, no aspecto físico, psicológico, intelectual e social.
Dentro da minha vivência, tenho observado o que acontece nas instituições em que o processo educacional ainda restringe-se ou tem fortes laços com o ensino tradicional, que não promove ações para incentivar a criança em sua criatividade, um dos itens mais importantes nessa faixa etária.
É preciso salientar que as emoções e o afeto no processo de aprendizagem nos primeiros anos, bem como as relações interpessoais que ocorrem no ambiente escolar, também devem ter destaque, já que, nessa área, a educação, deve-se ter o cuidado de levar o educando a criar sentidos e valores que fundamentam sua ação no seu ambiente cultural, de modo que haja coerência e harmonia entre o sentir, o pensar e o fazer.
O referencial teórico deve ser amplo tendo como espinha dorsal, O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil volume 1, 2 e 3 dando ênfase ao volume 1.
A faixa etária de criança de 4 a 5 anos é uma fase fundamental no desenvolvimento emocional e cognitivo da criança e, consequentemente, na vida do indivíduo de uma forma geral, que, não obstante, é frequentemente encarada como um período apenas preparatório para a escola “de verdade” ou para o que de realmente importante está por vir.
Desta forma, é muito comum a desvalorização do profissional que trabalha com as crianças desta faixa etária, generalizando-se a idéia de que se trata mais de uma relação afetiva entre a “tia” e a criança, do que uma relação profissional.
A verdade é que, enquanto os profissionais que trabalham com crianças nesta faixa de 4 a 5 anos, não acreditarem profundamente na importância do seu trabalho, e no hoje dessas crianças; na desvalorização generalizada e a mistura de papéis continuarão a existir.
Diferentes variáveis influenciam o educador no desenvolvimento de sua prática pedagógica e podem ser produto de uma história, de expectativa, do querer e, sobretudo, da inteligência.
Para que o processo de aprendizagem seja satisfatório, bem desenvolvido, há que existir a predisposição do sujeito/indivíduo para tal, bem como predisposição dos responsáveis por esse processo, o professor.
domingo, 24 de maio de 2009
Principio Constitucional da Gestão Democratica na escola
A discussão sobre o principio constitucional da gestão democrática na escola, vem fortalecer o cumprimento de ações que envolve a participação da sociedade, inclusive nas discussões e definições de metas, mas além disso as suas execussões.
A escola deve trabalhar de forma coletiva/cooperativa, onde gestores, professores, funcionarios, pais e alunos possam ser ativos nas sugestões e tomadas de dcisões, visando a melhoria da qualiade do ensino.
Portanto, cumprir este principio é fundamental para o sucesso na aprendizagem das crianças e no fortalecimento do real papel da escola: a formação humana, intelectual e social do sujeito.
A escola deve trabalhar de forma coletiva/cooperativa, onde gestores, professores, funcionarios, pais e alunos possam ser ativos nas sugestões e tomadas de dcisões, visando a melhoria da qualiade do ensino.
Portanto, cumprir este principio é fundamental para o sucesso na aprendizagem das crianças e no fortalecimento do real papel da escola: a formação humana, intelectual e social do sujeito.
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