A avaliação educacional, em geral, e a avaliação da aprendizagem escolar, em particular, são meios e não fins em si mesmas, estando assim delimitadas pela teoria e pela prática que as circunstanciam (LUCKESI, 2000, p. 28).
A avaliação é um problema concreto com que os professores se deparam hoje e sempre na escola, preocupação cada vez maior dos órgãos oficiais de educação que conduzem a inovações repentinas através de decretos, resoluções (HOFFMANN, 1998, p. 78).
Um sistema educacional comprometido com o desenvolvimento das capacidades dos alunos, que se expressam pela qualidade das relações que estabelecem e pela profundidade dos saberes constituídos, encontra, na avaliação, uma referência à análise de seus propósitos, que lhe permite redimensionar investimentos, a fim de que os alunos aprendam cada vez mais e melhor e atinjam os objetivos propostos (PCN: 1997, p. 83).
A avaliação escolar tem sentido enquanto levantamento de elementos dificultadores do processo e diagnóstico de aspectos do currículo e do programa a serem revistos ou retornados, buscando a melhoria da qualidade de desempenho pessoal (de educadores e educandos) e dos recursos didáticos utilizados (ANDRADE. In: FERRAZ, MOURA e SILVA, 2003, 9. 78).
É preciso avaliar o aluno por aquilo que reconstrói pessoalmente. Sendo aprendizagem processo, não pacote a ser adquirido, realiza-se no processo de reconstrução permanente. Não haveria, assim, hora específica para se avaliar, por que está sempre sob avaliação, à medida que reconstrói conhecimento sempre. Torna-se artificial parar a aula para fazer prova, ou entrar em período de prova. Tal atitude coincide, ademais, com a praxe do aluno que tende a estudar somente para a prova. Passa a vida escutando aula, tomando nota, armazenando informações. Adivinhado a prova, dedica-se a memorizar conteúdos (DEMO, 2002, p. 59).
A avaliação tem como principal finalidade a qualificação dos processos de ensino e de aprendizagem, tanto para saber da eficiência e eficácia dos trabalhos realizados através do bom desempenho dos educandos, expressas nas aprendizagens construídas, quanto para favorecer a retroalimentação da prática docente. E este é um processo diário, constante, de acompanhamento docente e discente permanente, pois deve se configurar como um todo contínuo, como um elemento integrador e motivador do trabalho proposto. Estamos nos referindo, portanto, a avaliação processual (ROZA, 2007, p. 121).
Os resultados das avaliações escolares devem apresentar o aspecto qualitativo. Sabe-se que o sistema educacional exige o registro dos resultados da avaliação escolar em forma de notas ou conceitos. Estes símbolos, porém, só terão de fatos valor, se apresentarem, em código, a aprendizagem de fato realizada (COSTA, BARROS, CAVALCANTE, 2003, p. 74).
A avaliação deve ser concebida como parte integrada do processo de aprendizagem, portanto, deve ser processual, mediadora, contínua e integrada (ROSA, 2007, P. 125).
A avaliação, ao não se restringir ao julgamento sobre sucessos ou fracassos de aluno, é compreendida como um conjunto de atuações que tem a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica (PCN: 1997 p. 81).
A sociedade é estruturada em classes e, portanto, de modo desigual; a avaliação da aprendizagem, então, pode ser posta, sem menor dificuldade, a favor do processo de seletividade, desde que utilizada independentemente da construção da própria aprendizagem (LUCKESI, 2000, p. 26).
A avaliação é um problema concreto com que os professores se deparam hoje e sempre na escola, preocupação cada vez maior dos órgãos oficiais de educação que conduzem a inovações repentinas através de decretos, resoluções (HOFFMANN, 1998, p. 78).
Um sistema educacional comprometido com o desenvolvimento das capacidades dos alunos, que se expressam pela qualidade das relações que estabelecem e pela profundidade dos saberes constituídos, encontra, na avaliação, uma referência à análise de seus propósitos, que lhe permite redimensionar investimentos, a fim de que os alunos aprendam cada vez mais e melhor e atinjam os objetivos propostos (PCN: 1997, p. 83).
A avaliação escolar tem sentido enquanto levantamento de elementos dificultadores do processo e diagnóstico de aspectos do currículo e do programa a serem revistos ou retornados, buscando a melhoria da qualidade de desempenho pessoal (de educadores e educandos) e dos recursos didáticos utilizados (ANDRADE. In: FERRAZ, MOURA e SILVA, 2003, 9. 78).
É preciso avaliar o aluno por aquilo que reconstrói pessoalmente. Sendo aprendizagem processo, não pacote a ser adquirido, realiza-se no processo de reconstrução permanente. Não haveria, assim, hora específica para se avaliar, por que está sempre sob avaliação, à medida que reconstrói conhecimento sempre. Torna-se artificial parar a aula para fazer prova, ou entrar em período de prova. Tal atitude coincide, ademais, com a praxe do aluno que tende a estudar somente para a prova. Passa a vida escutando aula, tomando nota, armazenando informações. Adivinhado a prova, dedica-se a memorizar conteúdos (DEMO, 2002, p. 59).
A avaliação tem como principal finalidade a qualificação dos processos de ensino e de aprendizagem, tanto para saber da eficiência e eficácia dos trabalhos realizados através do bom desempenho dos educandos, expressas nas aprendizagens construídas, quanto para favorecer a retroalimentação da prática docente. E este é um processo diário, constante, de acompanhamento docente e discente permanente, pois deve se configurar como um todo contínuo, como um elemento integrador e motivador do trabalho proposto. Estamos nos referindo, portanto, a avaliação processual (ROZA, 2007, p. 121).
Os resultados das avaliações escolares devem apresentar o aspecto qualitativo. Sabe-se que o sistema educacional exige o registro dos resultados da avaliação escolar em forma de notas ou conceitos. Estes símbolos, porém, só terão de fatos valor, se apresentarem, em código, a aprendizagem de fato realizada (COSTA, BARROS, CAVALCANTE, 2003, p. 74).
A avaliação deve ser concebida como parte integrada do processo de aprendizagem, portanto, deve ser processual, mediadora, contínua e integrada (ROSA, 2007, P. 125).
A avaliação, ao não se restringir ao julgamento sobre sucessos ou fracassos de aluno, é compreendida como um conjunto de atuações que tem a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica (PCN: 1997 p. 81).
A sociedade é estruturada em classes e, portanto, de modo desigual; a avaliação da aprendizagem, então, pode ser posta, sem menor dificuldade, a favor do processo de seletividade, desde que utilizada independentemente da construção da própria aprendizagem (LUCKESI, 2000, p. 26).
Oi!
ResponderExcluirEsses textos são muito bons, pois nos ajuda a refletir sobre a avaliação em nossas escolas.
Parabéns.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirProº Eraldo
ResponderExcluirParabéns pelo seu trabalho e dedicação em divulgar esses textos que vem a ajudar a complementar o trabalho escolar... Brilhante!
Um forte abraço.