
Reflexões sobre a teoria e a prática na educação infantil
Nossa reflexão tem a pretensão de apresentar a importância da teoria e da prática do professor com relação à educação infantil e tendo como base as Propostas do Referencial Curricular Nacional, que garante o desenvolvimento integral da criança de 0 a 5 anos, no aspecto físico, psicológico, intelectual e social.
Dentro da minha vivência, tenho observado o que acontece nas instituições em que o processo educacional ainda restringe-se ou tem fortes laços com o ensino tradicional, que não promove ações para incentivar a criança em sua criatividade, um dos itens mais importantes nessa faixa etária.
É preciso salientar que as emoções e o afeto no processo de aprendizagem nos primeiros anos, bem como as relações interpessoais que ocorrem no ambiente escolar, também devem ter destaque, já que, nessa área, a educação, deve-se ter o cuidado de levar o educando a criar sentidos e valores que fundamentam sua ação no seu ambiente cultural, de modo que haja coerência e harmonia entre o sentir, o pensar e o fazer.
O referencial teórico deve ser amplo tendo como espinha dorsal, O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil volume 1, 2 e 3 dando ênfase ao volume 1.
A faixa etária de criança de 4 a 5 anos é uma fase fundamental no desenvolvimento emocional e cognitivo da criança e, consequentemente, na vida do indivíduo de uma forma geral, que, não obstante, é frequentemente encarada como um período apenas preparatório para a escola “de verdade” ou para o que de realmente importante está por vir.
Desta forma, é muito comum a desvalorização do profissional que trabalha com as crianças desta faixa etária, generalizando-se a idéia de que se trata mais de uma relação afetiva entre a “tia” e a criança, do que uma relação profissional.
A verdade é que, enquanto os profissionais que trabalham com crianças nesta faixa de 4 a 5 anos, não acreditarem profundamente na importância do seu trabalho, e no hoje dessas crianças; na desvalorização generalizada e a mistura de papéis continuarão a existir.
Diferentes variáveis influenciam o educador no desenvolvimento de sua prática pedagógica e podem ser produto de uma história, de expectativa, do querer e, sobretudo, da inteligência.
Para que o processo de aprendizagem seja satisfatório, bem desenvolvido, há que existir a predisposição do sujeito/indivíduo para tal, bem como predisposição dos responsáveis por esse processo, o professor.
Nossa reflexão tem a pretensão de apresentar a importância da teoria e da prática do professor com relação à educação infantil e tendo como base as Propostas do Referencial Curricular Nacional, que garante o desenvolvimento integral da criança de 0 a 5 anos, no aspecto físico, psicológico, intelectual e social.
Dentro da minha vivência, tenho observado o que acontece nas instituições em que o processo educacional ainda restringe-se ou tem fortes laços com o ensino tradicional, que não promove ações para incentivar a criança em sua criatividade, um dos itens mais importantes nessa faixa etária.
É preciso salientar que as emoções e o afeto no processo de aprendizagem nos primeiros anos, bem como as relações interpessoais que ocorrem no ambiente escolar, também devem ter destaque, já que, nessa área, a educação, deve-se ter o cuidado de levar o educando a criar sentidos e valores que fundamentam sua ação no seu ambiente cultural, de modo que haja coerência e harmonia entre o sentir, o pensar e o fazer.
O referencial teórico deve ser amplo tendo como espinha dorsal, O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil volume 1, 2 e 3 dando ênfase ao volume 1.
A faixa etária de criança de 4 a 5 anos é uma fase fundamental no desenvolvimento emocional e cognitivo da criança e, consequentemente, na vida do indivíduo de uma forma geral, que, não obstante, é frequentemente encarada como um período apenas preparatório para a escola “de verdade” ou para o que de realmente importante está por vir.
Desta forma, é muito comum a desvalorização do profissional que trabalha com as crianças desta faixa etária, generalizando-se a idéia de que se trata mais de uma relação afetiva entre a “tia” e a criança, do que uma relação profissional.
A verdade é que, enquanto os profissionais que trabalham com crianças nesta faixa de 4 a 5 anos, não acreditarem profundamente na importância do seu trabalho, e no hoje dessas crianças; na desvalorização generalizada e a mistura de papéis continuarão a existir.
Diferentes variáveis influenciam o educador no desenvolvimento de sua prática pedagógica e podem ser produto de uma história, de expectativa, do querer e, sobretudo, da inteligência.
Para que o processo de aprendizagem seja satisfatório, bem desenvolvido, há que existir a predisposição do sujeito/indivíduo para tal, bem como predisposição dos responsáveis por esse processo, o professor.